WeCreativez WhatsApp Support
Nossa equipe de suporte ao cliente está aqui ajuda-lo!
Olá, como posso ajudar?
skip to Main Content
+55 (092) 98445-9012 | 3622-8808 | 3877-3214 agendamento@carlosesoniadiniz.com.br
Cardiotocografia Fetal: Quando E Onde Realizar?

Cardiotocografia Fetal: Quando e Onde realizar?

O seguimento pré-natal faz parte da rotina da gestante até o dia que antecede o nascimento do bebê. Entre a lista de exames a serem realizados, um se faz muito importante, sendo ele a cardiotocografia fetal. Indicado a partir da 28ª semana de gestação, o exame da cardiotocografia fetal avalia basicamente a vitalidade do bebê.,

que é cardiotocografia fetal?

A cardiotocografia fetal é o exame que avalia a saúde do bebê, em especial o batimento cardíaco fetal. A intenção do obstetra nesta avaliação é verificar se o bebê está recebendo oxigênio de maneira adequada no ambiente intrauterino.  Caso seja encontrada alguma anormalidade na cardiotocografia fetal, é necessária averiguação do que tem causado essa disfunção. O exame é extremamente rápido e, em 20 minutos, o médico é capaz de avaliar o resultado. É tido como um dos exames mais antigos e, mesmo com o avanço da Medicina Diagnóstica, como o desenvolvimento do ultrassom com doppler colorido, por exemplo, a cardiotocografia fetal nunca foi substituída pelos médicos obstetras. Outras peculiaridades da cardiotocografia fetal são: 

  • Exame rápido;
  • Indolor;
  • Não invasivo.

Quando é solicitada a cardiotocografia fetal?

A cardiotocografia é realizada em consultório a partir da 28ª semana de gestação, ou seja, é solicitada a partir do terceiro trimestre da gestação. Ela passa a ser feita de maneira rotineira (cerca de uma vez por semana) quando a gestante entra na 36ª semana de gestação, período bem próximo ao parto, sendo que ela é capaz de identificar possíveis sinais de sofrimento fetal. O sofrimento fetal ou hipóxia neonatal ocorre quando o feto é submetido a períodos de hipóxia, que significa a privação de oxigênio no útero materno. Nesta hora, é necessária a intervenção médica para garantir a boa saúde da mãe e do bebê. Tal situação costuma ser mais comum durante o parto, principalmente quando o período de trabalho de parto se prolonga.

1º – Média do batimento cardíaco fetal

O primeiro critério é a média de batimentos cardíacos do bebê. O normal é que eles fiquem entre 120 a 160 batimentos por minuto.  Variações são normais, mas a média, para estar dentro dos padrões de normalidade, deve ficar no valor previamente mencionado.

2º – Presença de acelerações transitórias no batimento cardíaco fetal

O bebê vive a se movimentar no útero materno. Durante a cardiotocografia fetal, o obstetra vai avaliar se existem períodos de aumento do batimento cardíaco fetal durante as movimentações fetais. A aceleração transitória é definida como sendo um aumento na média do batimento cardíaco fetal em pelo menos 15 batimentos por minuto em cerca de 15 segundos.

3º – Ausência de desacelerações do batimento cardíaco fetal

Quando é identificada na cardiotocografia fetal uma desaceleração anormal (repentina, por exemplo), é necessário que sejam avaliadas situações de risco, tais como redução na quantidade de líquido amniótico ou presença de circular de cordão na região cervical fetal.

4º – Variabilidade dos batimentos cardíacos fetais

O padrão de normalidade é que neste critério o bebê apresente uma variação na média dos batimentos cardíacos fetais de 6 a 25 batimentos por minuto. Pode ter uma pequena margem para mais ou para menos, mas não pode estar muito distante dos números mencionados. 

Onde fazer a cardiotocografia fetal?

O exame de cardiotocografia fetal pode ser feito em consultório, como ocorre com as gestantes que realizam o seguimento pré-natal. Os laboratórios de diagnóstico por imagem e os pronto-atendimentos das grandes maternidades também podem realizar esse tipo de exame.   

Exame de cardiotocografia fetal: principais situações que necessitam do exame

  • Parada repentina dos movimentos fetais: a cardiotocografia deve ser realizada quando a gestante percebe uma redução significativa dos movimentos fetais. Isso pode ser um sinal indireto de má oxigenação fetal.
  • No trabalho de parto: como mencionado, o exame ajuda a identificar o sofrimento fetal e indicar quando é hora de uma intervenção médica como forma de preservar a vida da parturiente e do bebê. Não é necessário realizar monitorização contínua no trabalho de parto, porém, é fundamental realizar avaliações esporádicas da vitalidade fetal durante a fase ativa do trabalho de parto.
  • A partir da 40ª semana: para verificar se o bebê continua em segurança no ambiente intrauterino enquanto não ocorre o trabalho de parto efetivo.
  • Gestante com complicações de saúde: gestantes com hipertensão, diabetes gestacional, cardiopatas, doenças reumatológicas ou demais doenças que tornam a gestão mais arriscada devem fazer a cardiotocografia fetal.
  • Suspeita de corioamnionite: a infecção dentro do saco gestacional pode ser perigosa ao bebê. Logo, quando o obstetra desconfia da complicação, o exame é realizado para verificar a saúde do bebê.

Back To Top